quarta-feira, 30 de março de 2011

Cinco esculturas do período asteca são encontradas no México:


Arqueólogos encontraram cinco figuras de pedra no centro histórico da capital do México – onde antigamente existia a cidade asteca de Tenochtitlan –, perto da Catedral Metropolitana, segundo divulgou o Instituto Nacional de Antropologia e História do país (INAH).

As peças decoravam as fachadas do Templo Maior, uma das principais construções do império asteca, entre os anos 1.325 e 1.521 da Era Cristã. O material foi achado durante escavações pelo Programa de Arqueologia Urbana mexicano em uma fossa de 12 metros por 7 metros de área.

As cinco esculturas foram esculpidas em pedra vulcânica. A maior delas possui o formato de um crânio, com 88 centímetros de comprimento e 44 centímetros de altura. No local da vala onde foram encontradas as figuras existia um piso, que teria sido destruído pelos astecas para criar um depósito para itens arquitetônicos.

Ocupação da América pode ter iniciado há pelo menos 15.500 anos:

A descoberta no Texas de um sítio arqueológico contendo milhares de vestígios datando de 15.500 anos faz recuar em pelo menos 2 mil anos as estimativas de chegada dos primeiros ocupantes à América, além de colocar em dúvida a teoria atual sobre a colonização do continente.

Uma corrente aceita atualmente acredita que as primeiras tribos americanas faziam parte da cultura denominada Clóvis, com traços encontrados em vários pontos, a partir de 1932.
Segundo esta hipótese controversa, os portadores desta cultura, caracterizada por uma técnica muito particular de entalhe de pontas de sílex de dois gumes, teriam vindo da Ásia há cerca de 13.500 anos através do Estreito de Bering, durante a Era do Gelo. Eles teriam, em seguida, se espalhado por todo o continente, até chegar à América do Sul.

O novo sítio arqueológico texano, chamado "Debra L. Friedkin" e situado a cerca de 60 km ao noroeste de Austin, documenta com um número de indícios sem precedentes uma ocupação humana do continente americano anterior à cultura Clóvis.

O achado coloca em dúvida a teoria atual dos primeiros povos americanos, destacou Michael Waters, diretor do Centro de Estudos dos Primeiros Americanos da Universidade do Texas e principal autor do trabalho, publicado na revista americana Science.

"Essa descoberta nos força a repensar as origens da colonização das Américas", insistiu o pesquisador. "Não há dúvidas de que essas ferramentas e armas foram fabricadas por humanos e que têm cerca de 15.500 anos de idade, o que faz delas os vestígios mais antigos encontrados até hoje na América do Norte", acrescentou.

"Isso é importante para fazer avançar o debate sobre a data de chegada dos primeiros ocupantes das Américas, mas também para nos ajudar a compreender as origens da cultura Clóvis", segundo ele. Michael Waters destacou durante uma teleconferência que a teoria do povoamento do continente americano pela cultura Clóvis possui várias grandes falhas.

Por exemplo, não existe qualquer traço da "tecnologia" de entalhe de sílex dos Clóvis no nordeste da Ásia, de onde esses colonizadores teriam vindo. Ainda, as pontas de flechas de sílex descobertas no Alasca e que precediam em mil anos à chegada da tribo Clóvis foram fabricadas de forma diferente.

Enfim, acrescenta esse arqueólogo, seis sítios datando do mesmo período da "cultura Clóvis" descobertos na América do Sul não contêm qualquer traço que possa ser assimilado a essa "cultura".

"Esses fatos levam à conclusão de que os Clóvis não poderiam ser os primeiros americanos e que outros homens já se encontravam na América antes", completou o cientista.

Entre os indícios anteriores, o cientista menciona, principalmente, dois sítios no estado de Wisconsin datando de 14.200 a 14.800 anos, as cavernas de Paisley no estado de Oregon (14.100 anos) e Monte Verde, no sul da América do Sul (14.500 anos).

"Chegou a hora de abandonar de uma vez por todas a teoria da colonização dos Clóvis e elaborar um novo modelo que explique o povoamento das Américas. Nesse sentido, o sítio Debra L. Friedkin deu um grande passo em direção a essa nova compreensão dos primeiros habitantes do novo mundo", insistiu Michael Water.

A datação é feita por meio de uma técnica por luminescência, que calcula quando os sedimentos sobre os vestígios foram expostos à luz pela última vez.

'Cão' nasce de ovelha em fazenda:


Um fato sobrenatural? Uma mentira? Um engano? Nada disso? Todas as anteriores?
O fazendeiro chinês Liu Naiying afirma que uma de suas ovelhas deu à luz um filhote... que é um cachorro.
"Eu estava com o rebanho e vi uma ovelha lambendo seu cordeiro", disse Naiying ao jornal britânico "Metro". "Quando cheguei perto, me assustei: parecia um misto de ovelha com cachorro. Em 20 anos trabalhando com ovelhas, nunca tinha visto uma criatura assim."
Segundo o "Metro", o belo bichinho tem lã, como um cordeiro, mas feições, patas e cauda de aparência canina. Além disso, segundo Liu, brinca como um cachorrinho.
Veterinários disseram que é impossível que uma ovelha dê à luz um cachorro, mas quem se importa? Ainda há turistas que, mesmo sabendo disso, dão um pulinho na fazendo para ver de perto o cachorrinho. Digo, cordeirinho. Digo, cachorrinho. Digo, cordeirinho...

Pedra maia é exibida para desmentir anúncio do fim do mundo em 2012:


A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira (29) em Tabasco, sudeste do México.

A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. "No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar", enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.

Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, "2012", foi lançada apresentando esse cenário apocalíptico.

"No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico", afirmou Romero. A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu o pesquisador.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Os 14 programas que marcaram minha infância:

14. O Mundo de Beakman

Eu sempre adorei curiosidades e O Mundo de Beakman era recheado delas. Eu amava todas as experiências que ele nos ensinava, e o melhor é que elas podiam ser repetidas em casa. O programa era muito dinâmico e divertido. Lembro bem de um experimento que mostrava como quebrar uma régua somente utilizando o peso de uma folha de papel e da demonstração de como funcionava o vômito. Eu assistia na TV Cultura, mas O Mundo de Beakman, com um total de 91 episódios, também já passou na Record e no Boomerang.

13. Glub Glub

Uma TV no fundo do mar que funcionava com a energia de um peixe-elétrico. Dois peixinhos assistiam aos desenhos enquanto conversavam sobre várias coisas que, ao fim do programa, traziam uma lição de moral. Eu assistia sempre, até porque acho que passava logo depois do Castelo Rá-Tim-Bum, e lembro muito bem dos peixinhos conversando e da abertura, mas vocês acreditam que, pelo menos por nome, eu não consegui lembrar de um desenho sequer? Curiosidade: William Bonner e Fátima Bernardes fizeram uma participação especial interpretando os peixes. Eu não lembro disso. Procede?

12. Os Muppets

Os Muppets tiveram tantos seriados de TV que eu não sei qual eu assistia. Provavelmente era The Muppet Show (se eu estiver errada, me corrijam), mas o que importa é que eu adorava! Cheguei a assistir ao desenho também (Muppet Babies). Lembro bem de Caco e Miss Piggy. Tenho certeza que Os Muppets fizeram parte da infância de crianças de muitas gerações.

11. X-Tudo

Eu adoraaava o X-Tudo. A melhor parte era a de culinária. Sempre gostei de fazer umas receitas, sabe, embora não tivesse (e ainda não tenha) muito jeito pra coisa. O programa ainda mostrava algumas mágicas, ensinava experiências e, entre outras coisas, passava umas reportagens legais. Lembro bem de uma em que os dois pirralhos foram aprender a andar de patins no half pipe. Muito, muito bom!

10. TV Colosso

Minhas manhãs de férias não seriam as mesmas sem a TV Colosso. Priscilla, JF, Borges, Gilmar, Capachão e os outros me divertiam muito e me apresentaram alguns dos desenhos animados que eu mais amei, como Caverna do Dragão, Capitão Planeta e Perdido nas Estrelas. Quando ia ao ar, o ibope era em média 12 pontos, o que deixava a emissora em primeiro lugar no horário.

9. Rá-Tim-Bum

Eu amava Rá-Tim-Bum porque ele não um só programa, eram vários. O quadro mais inesquecível pra mim é “Senta que lá vem a história”, mas Rá-Tim-Bum, assim como Castelo Rá-Tim-Bum, educava divertindo, por meio de quadros como Professor Tibúrcio (Marcelo Tas), Fada Dalila, Nina e outros.

8. Mundo da Lua

“Alô, alô. planeta Terra chamando, planeta Terra chamando. Essa é mais uma edição do diário de bordo de Lucas Silva e Silva, falando diretamente do mundo da lua, onde tudo é possível”. Eu viajava com Lucas Silva e Silva, adorava Neusa conversando com o rádio, as confusões da família e a cumplicidade entre Lucas e seu avô. Muito bom!

7. Chaves / Chapolin

Resolvi colocar Chaves e Chapolin como um só porque quase sempre eu assistia aos dois juntos, os atores são os mesmos e eu quis economizar um espaço no Top. Eu amava Chaves e alguns episódios são inesquecíveis, como o que eles imaginam que estão dentro da casa de Dona Clotilde, a bruxa do 71. As aulas do Prof. Girafales também eram ótimas, com aquele momento clássico pelo qual todo mundo já passou, mas que nas aulas a vítima sempre era Chaves falando Prof. Lingüiça. Eu também adorava os episódios que se passavam no outro pátio e do lado de fora, quando eles iam vender limonada. Já Chapolin Colorado marcou a todos com o clássico “E agora, quem poderá nos ajudar?”, “Eu, o Chapolin Colorado!” seguido por alguma trapalhada. Lembro bem do episódio em que ele vai recuperar um selo super valioso e fica bem pequenininho. E achava ótimo quando eles quebravam as cadeiras e aparecia o branco do isopor. Quase amadores. Hehehe!

6. Cocoricó

“O Júlio na gaita e a bicharada no vocal, cantando um rock rural, Cocoricó, rock rural, Cocoricó, Cocoricó”! Era muito bom assistir, entre os ótimos desenhos, as peripécias de Júlio e dos bichos da fazenda de seus avós. Melhor ainda é saber que as crianças de hoje em dia ainda gostam do programa!

5. TV Cruj (Disney Club)

Dá o play, macaco! Quem não lembra desse bordão? Pois é, a TV Cruj (Comitê Revolucionário Ultra-Jovem) marcou muita gente. Eu adorava os apresentadores, os desenhos da Disney, as confusões... Cruj, Cruj, Cruj, tchau!

4. Caça Talentos

Angélica foi mais presente na minha infância do que Xuxa, principalmente por causa da série-novela Caça Talentos, que passava no programa Angel Mix. As trapalhadas de Margarida e Violeta, da Fada Bela e de todos da Caça Talentos conquistaram o Brasil. A série-novela fez tanto sucesso que seu ibope teve uma média de 33 pontos, índice que hoje em dia a Globo considera ótimo para uma novela das sete.

3. Punky - A levada da breca

Quando eu era criança, estudava pela manhã, e todos os dias, quando chegava em casa, almoçava assistindo Punky. A série foi filmada de 84 a 88 e fez grande sucesso nos Estados Unidos. No Brasil, foi exibida pelo SBT, repetindo o sucesso.

2. Power Rangers

Power Rangers era um programa meio tosco e com efeitos especiais de dar vergonha, mas todas as crianças amavam, inclusive eu, e os Rangers fizeram um sucesso estrondoso. Todos queriam ter os bonecos e as fantasias e cada um encarnava seu personagem favorito na hora das brincadeiras. O programa ainda é feito hoje, e nem de longe faz o sucesso que um dia fez. Mas, na cabeça de quem assistiu às primeiras temporadas, a Alameda dos Anjos, Zordon, Alfa-5, Rita Repulsa, Lord Zedd e todos os primeiros Rangers serão inesquecíveis. É hora de morfar!

1. Castelo Rá-Tim-Bum

Os primeiros bruxos que eu amei foram os do Castelo Rá-Tim-Bum. Esse é o exemplo perfeito de programa infantil. Além de ser super divertido e de despertar o imaginário, educa, e de forma também divertida. O ratinho ensina a jogar lixo no lixo, a escovar os dentes, tomar banho, reciclar, os passarinhos nos apresentam instrumentos musicais, o gato pintado incentiva o hábito da leitura, o Telekid (Marcelo Tas!!!) responde a todos os porquês de Zequinha... E ainda havia, além dos protagonistas, todos os outros personagens inesquecíveis do programa: os monstros Mau e Godofredo, a cobra Celeste, o porteiro, o relógio, Etevaldo, Dr. Abobrinha, Penélope, a caipora...

domingo, 27 de março de 2011

Os episódios mais marcantes e muitas curiosidades sobre Os Simpsons



Nestes mais de 20 anos do desenho animado concebido por Matt Groening, fizemos uma seleção de episódios mais marcantes, melhores homenagens, participações e situações que explicam por si só porque Os Simpsons é considerada a melhor série de todos os tempos.

Os três melhores episódios:

3. Tarado Homer
Homer é processado por assediar sexualmente a babá de seus filhos, mas tudo que fez foi pegar o chiclete no seu “doce traseiro”. Perseguido pela mídia, Homer ganha um filme onde ele é apresentado como um maníaco sexual.

2. Bart Radialista
Bart comemora o aniversário de 10 anos e ganha um rádio transmissor. Ele se faz passar por um menino caído num poço. De repente a brincadeira foge do controle e toda Springfield resolve se mobilizar para salvar o suposto menino, mas descobrem a pegadinha. Quando Bart cai de verdade no poço, a cidade não acredita nele.

1. A primeira palavra de Lisa
Marge e Homer contam aos seus filhos a primeira palavra de Lisa. Só nesse episódio podemos conferir a primeira palavra de cada uma das crianças Simpsons. Bart morre de ciúme da irmã recém-chegada, a tratando mal e tentando chamar a atenção dos pais. Lisa surpreende a todos com sua primeira palavra: Bart.


Duas séries em uma só:
Arquivo x


Direto de Hollywood:

J.K Rowling


Crepúsculo (Daniel Radcliffe na voz de ‘Edward Cullen’)


A música de Bono e Chris Martin:

U2

Coldplay

Halloween:
A casa da árvore dos horrores (o especial acontece todo ano desde a 2ª temporada)


Curiosidades:

Patty Bouvier, uma das irmãs de Margie, declarando que é homossexual na 16ª temporada.


Nenhum programa muda tanto de abertura. Além de frases escrita por Bart na lousa e a melodia tocada por Lisa no saxofone, os Simpsons se reúnem a cada episódio de uma maneira diferente quando sentam no sofá:


Quanto custa um filho? Os Simpsons respondem essa pergunta na abertura da série. 847,63 dólares era o custo anual médio para criar uma criança americana quando a série foi lançada, em 1989. Hoje, o valor mudou para 486,52 dólares.

D’oh:
Algumas expressões ficaram eternizadas e viraram vocabulário para os fãs da série. O “D’oh” de Homer se tornou mundialmente popular.

sábado, 26 de março de 2011