quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Empresa japonesa cria cópias 3D do seu rosto:

A empresa japonesa REAL-f é especializada em um produto no mínimo perturbador. Por alguns milhares de dólares, você pode adquirir uma espécie de máscara de si mesmo. Trata-se de uma "fotografia" tridimensional, impressa de forma a garantir os que estejam aparentes mesmos os mínimos detalhes, tais como pintas no rosto e rugas suaves.

A tecnologia é batizada como 3DPFs (“3 Dimension Photo Forms”). Tomando com base uma série de fotografias, tiradas de ângulos diferentes, uma máquina garante que a imagem seja impressa em alta qualidade em um molde. E há a possibilidade de adquirir, além da máscara, sua própria cabeça de manequim.

A utilidade desse acessório é questionável. Além de eventuais brincadeiras e fantasias geniais para festas - e caríssimas -, não existe muito o que se possa fazer com uma versão do seu rosto em resina. Para os com um gosto, digamos, mais excêntrico e com alguns dólares sobrando no bolso, vale a conferida.
O molde de cabeça inteira custa incríveis US$ 5.875, enquanto a máscara sai por US$ 3.920. A REAL-f oferece descontos para os que quiserem levar para casa mais de uma unidade do produto. Uma segunda máscara no pedido pode ser adquirida por US$ 780, e uma cabeça extra custa US$ 1.960.

Grupo de 'super-heróis' patrulha ruas de cidade americana:


Um grupo de "super-heróis" tem patrulhado as ruas de Seattle, nos EUA, durante a noite para tentar ajudar a combater o crime, segundo reportagem do jornal "Seattle Post-Intelligencer".

Até agora, os "super-heróis" fantasiados tiveram sorte de não serem feridos. De acordo com a polícia, um deles quase foi morto quando saiu correndo em um parque.

A polícia identificou nove pessoas que usam trajes de super-heróis na região de Seattle durante a noite.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Indiano que nasceu com quatro braços e quatro pernas mostra resultado de cirurgia pela primeira vez:

Deepak Paswaan, de 7 anos, mostrou pela primeira vez o resultado de uma cirurgia que removeu os braços e pernas extras. As imagens foram publicadas no site do jornal “Daily Mail”. O indiano, da cidade de Bihar, nasceu com parte de seu irmão gêmeo, que não chegou a se desenvolver, grudada no peito, o que resultou em quatro membros a mais.

Por causa da anomalia, o menino sofriau com as gozações e preconceito. Mas para alguns devotos, ele era visto como um deus. Peregrinos hindus costumavam visitar a casa de Deepak e acreditavam que ele era a encarnação do deus Vishnu.

Em 2010, a família do menino procurou ajuda para remover os membros e dar à criança uma oportunidade de levar uma vida normal. Especialistas do hospital de Bangalore's Fortis fizeram a cirurgia pioneira que durou quatro horas. A intervenção custaria o equivalente a cerca de R$ 145 mil, mas a família não precisou pagar.

Agora, Deepak só quer saber de exibir os dotes de jogador de críquete pelas ruas da cidade. “Eu posso correr mais rápido que meus irmãos mais velhos - antes eu jamais poderia fazer isso”, orgulha-se ele. “É muito mais divertido. Eu estou muito feliz”, enfatiza.

NASA pede ajuda de usuários para encontrar vida em Marte:

A NASA quer a sua ajuda para saber onde procurar melhor por vida em Marte e além. Para isso, basta você estudar as profundezas dos lagos canadenses. Parece contraditório, mas não é. Para ajudar no trabalho de pesquisa, você precisa acessar o Mapper, site lançado em conjunto pela NASA e pela Pavilion Lake Research Project’s.
O projeto vem mapeando os lagos Pavikion e Kelly Lake no Canadá desde 2008 em busca de sedimentos orgânicos. Esses sedimentos são relativamente raros de acontecer, e muitos cientistas acreditam que uma compreensão melhor de como e por quê eles surgem podem conduzir a percepções melhores sobre onde procurar vida em Marte.

Como você pode imaginar, as atividades desde 2008, que envolvem fotografias e a gravação vídeos do fundo dos lagos, geraram uma quantidade impressionante de dados, que a NASA se limita em definir como “terabytes de dados”. Dado o limitado time de cientistas do Pavilion Lake Research Project, eles pedem a sua ajuda. É a criação de um time de pesquisadores remoto, via internet.

Os objetivos da pesquisa são responder basciamente às seguintes questões: Como surgem os sedimentos? Por que eles se concentram mais em determinada profundidade? Mas, para chegar lá, os dados precisam ser analisados e filtrados. As fotos precisam ser examinadas, catalogadas e investigadas. E é aí que você entra: ao fazer parte do Mapper e entrar no projeto, sua tarefa é estudar as imagens e vinculá-las às tags que melhor descreverem o que está registrado.

Você precisa criar uma conta no site – é gratuito – e, em questão de minutos, estará ajudando os cientistas, catalogando fotos e vídeos. A cada conteúdo que você etiqueta, ganha pontos. No site há um ranking que mostra quem catalogou mais material. Você pode também ver o quanto de trabalho falta para mapear o fundo dos lagos e, daí, quem sabe, surgir um bom palpite sobre onde procurar vida lá em Marte. Você pode acessar o Mapper aqui.

Cientistas criam software capaz de analisar foto e associar a um perfil no Facebook:


Cientistas do Instituto de Robótica da Carnegie Mellon University em Pittsburgh estão desenvolvendo um sistema de reconhecimento facial, através do perfil do Facebook, que permite a identificação do número do seguro social, que é o equivalente ao nosso número de Registro Geral (ou R.G.).

Esse software pode identificar de forma imediata a partir de uma simples foto capturada do indivíduo, mesmo no meio da rua, e combinar a imagem com a foto publicada em um perfil do Facebook. De acordo com Amy Webb, CEO da empresa especialista em consultoria e estratégia digital Webbmedia Group, basta a combinação da foto com os dados armazenados na rede social para que o número do seguro social seja revelado.

Isso pode ser perigoso, pois na teoria, abre-se a possibilidade da identidade de alguém ser roubada, dependendo do uso dado ao software. Para que a segurança seja maior e mais eficiente, os usuários terão que ser cada vez mais vigilantes sobre as configurações de privacidade nas redes sociais, e principalmente, com imagens compartilhadas.
Enquanto a tecnologia de reconhecimento facial é algo extremamente sofisticado, o índice de falhas é ainda elevado. E, se você valoriza a sua privacidade, então você tem motivos para ficar seriamente preocupado com essas inovações", disse Webb ao site Global News.

"Se tornou mais fácil não apenas ver que estamos em algum lugar, mas também quem somos, onde trabalhamos, e como estamos relacionados na vida real", complementa.

Como desligar o sistema de reconhecimento facial no Facebook?

1) Entre na sua conta do Facebook;
2) Clique em "Conta" no canto superior da página, e depois, em "Configurações de Privacidade", no menu inferior;
3) Clique em "Personalizar";
4) Role a página para "sugerir fotos minhas para meus amigos", e clique em "Editar",
5) Altere a configuração de "Ativado" para "Desativado", e clique em "salvar".

domingo, 2 de outubro de 2011

Cientistas criam tapete voador:


Cientistas da Universidade de Princeton desenvolveram o que Alladin e histórias das 1001 Noites possuem há muito tempo: tapetes voadores. Os pesquisadores produziram um tapete com plástico que é capaz de voar.

O princípio do pequeno pedaço de tapete de 10 centímetros são correntes elétricas que conduzem pequenas massas de ar por baixo do tapete, da porção frontal do tapete para trás. Com isso, ele além de flutuar, se move, como se estivesse planando pelo ar. Nada de mágica, portanto.

Ele se move na velocidade de 1 centímetro por segundo e seu criador Noah Jafferis disse que se inspirou em um trabalho de matemática que leu logo no começo de seu curso de PhD. O simples processo de incorporar sensores a cada pedaço do material levou dois anos. Era necessário empregar essa sintonia toda para predizer o comportamento do material e evitar que, com altas frequências de energia, ele deformasse.

Depois disso, com a capacidade de predizer perfeitamente o comportamento do tapete, as coisas começaram a ficar mais fáceis. Apesar de toda a alegoria em torno da noção de tapete voador, Jafferis e seus colegas preferem categorizá-lo como um tipo de hovercraft.

“O tapete tem que ser mantido perto do chão”, lembra Jafferis. É o fluxo de ar que ele forma que garante o movimento e por isso ele se assemelha mais a um hovercraft do que a um aeroplano. Entre as limitações do protótipo, estão o fato de que ele precisa ser ligado a baterias e por conta disso, seu deslocamento fica limitado a até onde permitem os fios. Jafferis e seu time em Princeton já trabalham numa versão alimentada por energia solar, que poderia planar por distâncias bem maiores.