
"Graças aos meus 24 dedos que sou capaz de viver, porque não tenho emprego fixo", diz o rapaz.
Garrido conta que os dedos extras garantem que ele ganhe a vida, escalando palmeiras para pegar coco, e tirando fotos com turistas que visitam Cuba. Um viajante chegou a pagar para ele US$ 10 por uma foto com ele.
Conhecida como polidactilia, a condição do cubano é relativamente comum. No entanto, é raro encontrar dedos extras tão perfeitos quanto os deles. Olhando rapidamente para as mãos dele fica difícil perceber a diferença. Só mesmo contando.


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