quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Efeito Werther:


Quando ocorre o aumento de sistemático de suicídios? Acontece logo após o surgimento de histórias de casos reais de suicídio, principalmente quando noticiados em jornais distribuídos em regiõesgeograficamente próximas. Também é conhecido como “efeito de imitação”, e é mais provável que ocorra quando pessoa que se mata é famosa. Um caso marcante é a epidemia de suicídios que se seguiram à morte de Marilyn Monroe, em 1962.
O nome Efeito Werther refere-se ao romance de Johan W. Von Goethe  chamado  ”Os Sofrimentos do Jovem Werther” (1774), que conta a história de um jovem que, após uma desilusão amorosa, cometeu suicídio com um tiro na cabeça. A venda do livro foi proibida em várias partes da Europa, pois desencadeou uma onda de suicídios entre jovens que usaram o mesmo método usado pelo protagonista do jogo.

De onde vem o 'feira" dos dias da semana:

"Feira" vem de feria, que, em latim, significa "dia de descanso". O termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas espera aí: se feria é dia de descanso, por que se usa "feira" apenas nos dias úteis? Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da Semana Santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Depois acabou sendo adotada para o ano inteiro, mas só pelos portugueses - no espanhol, no francês e no italiano, os deuses conti- nuam batendo ponto dia após dia. As únicas exceções assumidas pelos nossos irmãos bigodudos - e depois incorporadas nas colônias portuguesas - foram sábado e domingo (Prima Feria, na Semana Santa), que derivam, respectivamente, do hebreu shabbat, o dia de descanso dos judeus, e do latim Dies Dominicus, o "Dia do Senhor". Desde 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano, Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam sete dias. A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de oito dias, a Bíblia já dizia que Deus havia criado a Terra em seis dias e descansado no sétimo e, ao que tudo indica, os babilônios também já dividiam o ano em conjuntos de sete dias. As informações são da Revista Mundo Estranho.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Entendendo Prometheus:

De onde viemos? Quem nos criou? Responder essas perguntas aparentemente é o mote de Prometheus, nova empreitada de Ridley Scott, tida como uma "prequência" da franquia Alien. Mas basta ver 20 minutos do filme para entender que, apesar dessas questões estarem presentes durante toda a existência da humanidade, o foco principal não são as respostas que podem vir daí, mas sim os novos questionamentos que devemos levantar a respeito de nós mesmos, indivíduos e sociedade. E se tudo isso vier acompanhado de sequências de ação bem dosadas e um clima de nostalgia sci-fi com direito a uniformes apertados a bordo, melhor ainda.

A primeira cena de Prometheus já começa a levantar grandes questões. Um humanoide ultramusculoso, aparentemente em exílio num ainda inabitado Planeta Terra, sacrifica a própria vida tomando uma substância preta letal. Vemos que seu corpo cai em uma cachoeira e que esse contato foi o ponto de criação da vida humana por aqui. Impossível não se questionar: o ser era um desertor? O que fazia ali sozinho? Qual a importância da nave que aparece na cena? Sem nos deixar muito tempo para refletir, o roteiro já apresenta o futuro, quando o casal de cientistas Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e Charlie Holloway (Logan Marshall-Green) descobre alguns desenhos rupestres que formam uma espécie de mapa. A certeza de ambos é que essa é mais uma pista deixada pelos nossos criadores para que os encontremos. 

Tais fatos levam-nos ao ano de 2093, quando a nave Prometheus chega à lua LV-223 carregada com uma equipe de exploradores. Entre eles, está a própria Elizabeth e o marido, que encabeçam a procura pelos seres que eles chamam de “Engenheiros”. Há também a descrente Meredith (Charlize Theron), que chefia a missão com uma autoridade abusiva e cujo interesse supostamente está nos resultados financeiros – pois, como ela sempre diz, aquela “é uma nave comercial”. Finalmente, o outro grande tripulante é David, que... Bem, além de ser Michael Fassbender, é um androide que tem a responsabilidade de fazer a missão ser um sucesso. Naturalmente, as coisas não saem como o planejado e essa busca acaba resultando em perseguições alienígenas e mortes. 

A personagem interpretada por Rapace é a responsável pelo clima de dicotomia que predomina do filme, sempre num limite entre a crença e a ciência. Afinal, ela acredita que nós fomos concebidos por alienígenas, mas abre a possibilidade para que exista um Criador acima disso tudo. Em determinado momento, questionada se sua fé está abalada após a confirmação de que nós realmente viemos dos ETs, a cientista faz a inevitável pergunta: “mas e quem os criou?”. Colocar uma mulher da ciência que aposta mais no "crer pra ver" do que no "ver pra crer" certamente vai gerar muito borburinho entre os ateus, embora a ideia não seja pregar uma religião, mas sim sugerir uma explicação que una o científico e a fé. 

Analisando bem, Prometheus é inteiro uma obra sobre contradições, paradoxos e, ao mesmo tempo, consonância de opostos, para resumir. David é um robô que faz de tudo para parecer humano. Ele até busca inspiração no filme Lawrence na Arábia, imitando a entonação de voz do protagonista para transmitir mais emoção e inclusive pintando o cabelo de loiro para se parecer mais com Peter O’Toole. Já Meredith é tão fria que por vezes ficamos em dúvida se ela não é o verdadeiro robô da história. É o extremo da independência feminina, num nível que a torna uma cruel solteirona amargurada. 

Inspirado, mas não diretamente relacionado

O leitor já deve estar se perguntando o que tudo isso tem a ver com Alien. Pois a resposta é mais uma dubiedade: tudo e nada. O longa não é exatamente uma “prequência”, como vinha sendo ventilado pela imprensa. É uma outra proposta, com enfoque diferente, mas que traz referências e um clima de homenagem principalmente a Alien - O Oitavo Passageiro, de 1979. Estamos em um universo em que tudo é muito familiar. H.R. Giger, criador do design do alien original, está de volta, desta vez como consultor. A nave é muito parecida com aquela que conhecemos, mas com uma tecnologia mais contemporânea, assim como os objetos de cena, a exemplo das cápsulas. A estrutura de roteiro também é a mesma e os “clichês alienísticos” estão devidamente representados: a inspiradora mulher protagonista, o androide com intenções suspeitas e o representante negro (Idris Elba, o capitão) são alguns. E os alienígenas estão mais pegajosos do que nunca. 

Como dissemos no início, não é por ser um filme voltado às ideias que as sequências de ação e suspense são esquecidas. No final das contas, precisamos ser entretidos. Pão e circo! Há uma cena envolvendo um parto que é tão grotesca que chega a ser bonita. Temos ali a figura de uma grande mulher não aceitando o que alguns chamam de fado ou destino. Aliás, muito acertada a escolha de Noomi Raplace como protagonista. Ela, conhecida por ter protagonizado a versão sueca da sérieMillenium, passa uma fragilidade de início que logo vai sendo compensada não só pelas atitudes da personagem que ela representa tão bem, como por seu corpo com músculos bem-definidos. Falando em atores, não preciso nem dizer que Charlize, com sua voz imponente, está impecável, e que o alemão Fassbender dá uma humanidade tão calculada a seu personagem que, mesmo com as atitudes condenáveis que este possa vir a tomar, não tem como não torcer para que ele se dê bem. 



Mas, apesar de sua riqueza de conteúdo, certos fatores separam Prometheus da perfeição. Há personagens que nem citei o nome até agora porque ou só estão lá pra fazer número ou são simplesmente chatos. Tanto que quando alguns deles morrem, dá até vontade de felicitar os aliens responsáveis pelo ato. E Raplace, ainda que demonstre muita competência e tenha potencial para tornar Elizabeth em um símbolo nas próximas continuações, é desfavorecida na comparação com Sigourney Weaver e sua eterna Ellen Ripley. Não devíamos nos apegar a isso, pois é uma outra história, mas acaba sendo inevitável. Também fica impossível conceber que num longa que é um deslumbre técnico, com uma visual tão clean, derrape tanto numa coisa simples: a maquiagem para envelhecer Guy Pearce - sim, ele está no filme e vive o magnata Weyland, empregador de toda a tripulação. É tão over e artificial que o maquiador responsável merece demissão por justa causa.

Ainda que ao final haja uma aura de redenção no ar, com sacrifícios individuais em favor da salvação de uma maioria, Prometheus não é otimista, procurando tratar o ser humano a certa distância para revelar tanto sua faceta sonhadora que transforma a realidade quanto sua capacidade de autodestruição. Não é coincidência que um dos personagens que no início é apresentado como alguém lutando por uma causa nobre, venha depois a se revelar um egoísta capaz de mover uma nave apenas para tentar satisfazer uma necessidade nada coletiva.

Revisitar este filme é fundamental para poder entender melhor suas referências, que vão de Asimov e Lovecraft a 2001, de Kubrick, passando pelo livro Eram os Deuses Astronautas?, de Erich von Däniken. De filosofia, temos Nietzsche e até mesmo Sócrates. Afinal, “quanto mais aprendo, mais vejo que nada sei”. E por saber que nada sei, preciso de mais perguntas – claro que algumas delas são truques para fazer você voltar ao cinema daqui a dois anos e ver a continuação da franquia, o que não é de maneira alguma condenável. Enfim, podemos não ter descoberto exatamente a razão para a criação da humanidade, mas temos certeza o suficiente para poder dar uma ordem: Ridley Scott, você está proibido de fazer qualquer coisa que não seja ficção científica!

Edward Mordrake, o homem com duas faces, no século 19:


Edward Mordrake era um herdeiro de um título de nobreza do século XIX, na Inglaterra, considerado um talentoso e brilhante músico. A história completa desse sujeito foi perdida no decorrer do tempo, pois seu caso ocorreu no início da história médica. O inglês sofria de uma anomalia conhecida como Craniopagus Parasiticus.

Ele tinha uma face extra na parte de trás de sua cabeça. Essa face ocupava uma parte menor do crânio e exibia sinais de inteligência, contudo, dizia-se que essa face apresentava intenções malignas. O próprio Mordake relatava que havia situações em que ele estava triste e sua face de trás ficava rindo como se estivesse zombando de seus sentimentos. Foi dito também que seus olhos acompanhavam o movimento das pessoas ao redor e seus lábios constantemente faziam barulhos assustadores. Embora nenhuma voz fosse compreensível, Edward jurou que muitas vezes ele era mantido acordado durante a noite por conta dos sussurros de ódio de sua face gêmea maligna (como passou a chamá-la) e dos murmúrios macabros.

Os relatos sobre a vida de Mordake apontam que ele tentou suicidar-se diversas vezes, depois que seus médicos desistiram de fazer a remoção cirúrgica de sua segunda face, pois a cirurgia seria fatal. Desesperado, cometeu suicídio aos 23 anos de idade. Existem duas versões sobre a morte de Edward, uma com veneno e outra com um tiro em um dos olhos da sua outra face.

Em ambas as versões, Edward deixou para trás uma carta pedindo que a "face demoníaca" fosse destruída de sua cabeça, antes de seu sepultamento, para que ele não continuasse a ouvir seus terríveis sussurros no túmulo. Ele viveu em completo isolamento, recusando-se às visitas, até mesmo dos membros da sua família. Ainda na carta, ele queria que fosse enterrado em um lugar deserto, sem pedra ou legenda para marcar seu túmulo.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Já ouviu falar no Homem-Coruja? E no Tripé-Humano?

Volta e meia me deparo na web com atrações de circos de horrores dos últimos séculos. Apresento agora duas figuras "incríveis", que ganhavam dinheiro percorrendo cidades europeias onde houvesse muitos curiosos. Homem-Coruja Nascido na Alemanha em 1886, Martin Laurello tinha a habilidade de girar a cabeça em 180 graus. Durante o número, Martin, um simpatizante nazista, não conseguia respirar. Acho que a plateia também não.


Tripé-Humano Jean Baptista dos Santos era português, nascido em 1843. O artista de circo tinha uma terceira perna, deformidade que lhe valeu o apelido de Tripé-Humano. A perna extra do lusitano tinha dois joelhos e oito dedos. Ah, Jean Baptista tinha dois pênis e três testículos. E, segundo relatos, os dois membros funcionavam perfeitamente. Ele era capaz de urinar com um pênis e ter ereção com o outro ao mesmo tempo.

Câmera flagra 'fantasma de criança' passando por cima de carro:

Um casal Phil e Lisa Rigley posicionou uma câmera para flagrar a ação de vândalos em Nottingham (Inglaterra). Mas o equipamento flagrou o que se acredita ser "o fantasma de uma criança" passando pelo teto de um carro. "É um fantasma. Tem que ser. Um vizinho pediu para ver a fita já que tivera alguns enfeites roubados do jardim. Fomos olhar para ver se flagrávamos alguém passando pelo nosso portão e vimos esse estranho fantasma. Parece o Gasparzinho", disse Lisa, segundo o "Daily Mail". "Sou cético em relação a fantasmas. Não acredito neles, mas essa imagem é estranha. Deve haver uma explicação razoável, mas eu olhei a fita e não há distorção ou algum defeito que pudesse causar isso", afirmou Phil.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Britânico diz ter feito foto que mostraria o monstro do Lago Ness:

O britânico George Edwards diz ter feito uma foto que comprovaria a existência do monstro do Lago Ness. Ele diz ter flagrado a criatura perto do castelo de Urquhart. A imagem mostra uma corcova misteriosa se ​​movendo na água em direção ao castelo. Segundo Edwards, o objeto permaneceu à vista entre cinco e dez minutos antes de afundar lentamente e não reaparecer, de acordo com reportagem do jornal inglês "Daily Telegraph".